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  <title>Jr Oliveira</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/</link>
  <description>Jr. Oliveira</description>
  <language>pt-br</language>
  <pubDate>Tue, 17 Jun 2008 20:29:37 GMT</pubDate>
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  <copyright>Jr Oliveira</copyright>
  <category>News</category>
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	<title>Jr Oliveira</title>
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  <title>Benett</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=137</link>
  <description>Eu não sei o que o Benett pensa quando faz essas tiras, também não sei se eu as interpreto corretamente, mas essa (assim como tantas) é genial e, acho, reflete magistralmente o que passa na cabeça de, digamos, quase todo mundo. 

Ótima!




Aqui um momento deprê... não gosto desse tipo de &#039;momento&#039;, mas não deixa de ser genial e, também, refletir o dia a dia de quase toda humanidade.</description>
  <pubDate>Tue, 17 Jun 2008 20:29:37 GMT</pubDate>
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  <title>Brincadeira de mau gosto</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=136</link>
  <description>Foi tudo numa fração de segundos. Uma brincadeira idiota, ele sabia. Em uma fração de segundos, tudo estava irremediavelmente perdido. Ela havia lhe comprado a espada de samurai no bairro da Liberdade, em São Paulo. Presente de aniversário. Entusiasmado, simulando uma luta, sem perceber, ele havia ferido sua amada. Que agora no chão, lhe pedia que retirasse a espada. Suas mãos tremiam. E a cada milímetro da espada que era retirado, urros de dor. De ambos. Como em um vídeo clipe, as imagens lhe vinham à mente. Seria preso. Mas isso não lhe causava medo. Não seria a primeira vez. Mas seria a primeira vez que não teria a visita da mulher de sua vida.


mini-conto que a Ady me deu de presente de aniversário (16/JAN/2008)

(Sim, a foto é do Kill Bill)</description>
  <pubDate>Wed, 21 May 2008 19:10:38 GMT</pubDate>
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  <title>Rolmops &amp; Catchup</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=135</link>
  <description>Muito boa!!!!

Bom Dia!

Da Gazeta do Povo de 21/03/2008.</description>
  <pubDate>Wed, 21 May 2008 15:02:02 GMT</pubDate>
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  <title>Unicórnio</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=134</link>
  <description>Roubei essa imagem do Blog do Benett que deve ter roubado de algum outro lugar.

Bem, ai está o porquê os unicórnios sumiram da face da terra!</description>
  <pubDate>Wed, 21 May 2008 14:18:46 GMT</pubDate>
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  <title>Beatles</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=133</link>
  <description></description>
  <pubDate>Thu, 17 Apr 2008 14:02:37 GMT</pubDate>
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  <title>Às vezes um charuto é somente um charuto!</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=132</link>
  <description></description>
  <pubDate>Wed, 26 Mar 2008 18:21:59 GMT</pubDate>
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  <title>If you want to sing out, sing out.</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=131</link>
  <description>Música tema do filme mais lindo de todos os tempos, Ensina-me a Viver [Harold &amp; Maude].

Por Cat Stevens</description>
  <pubDate>Thu, 06 Dec 2007 12:36:37 GMT</pubDate>
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  <title>Algumas propagandas que não foram ao ar</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=130</link>
  <description></description>
  <pubDate>Tue, 20 Nov 2007 16:00:36 GMT</pubDate>
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  <title>Orkut</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=129</link>
  <description>Elas vagam, num mural de ilusões, suas almas estão frias, e elas precisam se aquecer.
Então deleitadas em devaneios, seus lábios soltam o aperto de sua garganta em amores forjados,
que não semeiam um crescimento, são pétalas cheirosas, mas que secam ao chão.

Suas sementes de redenção espremem-se sob o sol escaldante; com pontas de raízes feridas nas tentativas sobre o terreno de concreto.
Suas palavras de carinhos são faíscas que tentam acender a fogueira no frio.
E elas andam perdidas, vazias, caminhando sobre otimismos mastigados, que é um tapete de brasas para seus pés de gelo.

Elas cantam durante a noite, catando as esmolas emocionais; para comprar retalhos e costurar um cobertor.
Elas repetem um ciclo de pseudo-amor cada mês, contornando corpos diferentes com seus olhos, nas imagens pregadas num álbum invertido.
Religiões, provérbios, e sabedorias escorrem de sua boca e voam com asas invisíveis pintadas, como mais uma ferramenta preenchedora instantânea de suas angústias perdidas.

Mesmo que seus pulsos sejam cortados pelas mentiras, este sangue será usado para escorrer pelo pescoço, descendo pelas pernas para aquecê-los.
E seu coração palpita lágrimas quando ao dizer-te-os amor sai sem vibrar as cordas vocais, porém os surdos escutam com a imaginação, vagando no inconcreto e abraçando-se com próprios braços.

Seus dedos teclam sem impressões digitais, escrevendo dezenas de símbolos que se transformam em chama para ficar um pouco mais aquecido.
Comprometimentos é como dar corda numa caixinha de música, pra bailarina dançar.
(Tão pequeninha seguindo um compasso ritmado que vai desaparecendo...)

Voltando aos retalhos conta-se quantos pontos foram feitos em sua pele.

Eles carregam toneladas de si mesmos para entregar nas entrelinhas de suas escritas,
carregam nas costas toneladas de si mesmos, para plantar nas toneladas de si mesmo dos outros.

E se disso nascer algo é mais uma lenha pra fogueira, das sua paixãos enfermecidas,
pois mesmo que a fogueira aumente, a água interminável de seus pés de gelo a apagarão mais rápido.

E mesmo que bebam aceleradamente esta água, ela está fria e seus órgãos pararão.


***

Por Marcos,

Marcoses - blogspot

Orkut dele</description>
  <pubDate>Fri, 16 Nov 2007 19:23:50 GMT</pubDate>
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  <title>Os Mulheres Negras</title>
  <link>http://www.jroliveira.com.br/site/index.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=128</link>
  <description>Os Mulheres Negras surgiram na década de 80. Como se autoplocamavam, era a Terceira Menor Big Band do Mundo. Esse comentário representa bem a criatividade e irreverência da banda.

Os Mulheres Negras eram André Abujamra, voz guitarra e teclados, e Maurício Pereira voz e saxofone, e faziam uma música com letras irreverentes e equipamentos eletrônicos, como samplers, sequencers, sintetizadores e bateria eletrônica.

Tive o prazer de assisti-los várias e várias vezes.

Aqui eu com eles, no Teatro Paiol em Ctba. Sei lá quando...



 * 


Lançaram dois LPs, Música e Ciência, com muito bom humor e referências aos Beatles, Villa-Lobos, e outros, e Música Serve Pra Isso (o meu preferido), com um som bem mais popular e comercial.

 * 



Gosto mto das músicas deles, mas a minha preferida é uma que desconfio passe despercebida. É Commom Uncommunicability, que, inclusive, coloquei a letra nas últimas páginas de TENSÃO. A Letra tem muito a ver com meus contos desse livro. Fala do desencontro de desejos. Mesmo se desejando, ambos, um provavelmente dizendo sim ao outro, não se encontram. É o eterno equívoco.

Aqui o link para a música (na seqüencia a letra dessa música e links para outras duas músicas deles, a clássica So Tetele e Elza, do primeiro LP):

Commom Uncommunicability


Common Uncommunicability
Pereira/Abujamra – Os Mulheres Negras

I been observin&#039; you for a long time
you been observin&#039; me for a long time too
I&#039;d never say no to you
you would never say no to me
but we never talk each other
we never try
and life goes on in such a lonely way
that&#039;s just another case of common uncommunicability


Elza

Sobre Elza, pensei seriamente em colocá-la em meu livro no lugar de common uncommunicability, mas não me senti bem por ela tratar de um suicídio passional. Por fim optei pela primeira, por ser BEM a cara de Tensão.


So Tetele

Vai aqui a letra de So Tetele para vc matar a charada de em que língua ela foi escrita:


So Tetele
Pereira/Abujamra – Os Mulheres Negras

só
tetele
fon
Nei
práticon
táxi
tuore
lhatapegandofo
go
tô
eu
pen
sando
envo
cê
se... 




Etiópia Mirim - Lembro bem dessa música da primeira vez que os assisti no Teatro Paiol em Curitiba. André desceu por um dos lados da platéia enquanto o Maurício desceu pelo outro. Ao vivo ela tem mais eficácia.

Sub (Yellow Submarino) - é um de seus hits, inspirada na música dos Beatles.

John - Blusão com a pitada humorística típica da banda. (não se assuste, o começo é assim mesmo)

Monstros Japoneses - não sei o que vejo nesa música, mas a acho ótima.</description>
  <pubDate>Mon, 05 Nov 2007 16:45:26 GMT</pubDate>
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